Esfoliar o rosto é etapa essencial para remover células mortas, desobstruir poros e potencializar os ativos do skincare, mas a técnica exige cuidados para não comprometer a barreira cutânea.
De acordo com as dermatologistas Luisa Máximo e Beatriz França, o processo pode ser realizado com ácidos ou partículas físicas, respeitando sempre o tipo e a tolerância da pele.
Esfoliar o rosto: guia completo e seguro para pele saudável
Para peles normais a oleosas, a frequência recomendada varia de uma a duas vezes por semana; já peles sensíveis, maduras ou secas pedem intervalos maiores. “O excesso de fricção pode irritar e gerar efeito rebote de oleosidade”, alerta Máximo.
Grânulos versus ácidos: qual escolher?
Produtos físicos utilizam partículas para fazer o polimento da superfície cutânea. Se as microesferas forem grandes, sintéticas ou irregulares, o risco de lesão aumenta. Nos esfoliantes químicos, substâncias como AHAs, BHAs ou PHAs dissolvem as ligações entre as células mortas, atuando de forma mais uniforme e, em geral, menos agressiva.
Segundo França, fórmulas químicas costumam beneficiar diferentes perfis de pele, inclusive as acneicas, que necessitam de controle de oleosidade e desobstrução dos poros. Já peles sensíveis podem recorrer a opções com PHAs ou enzimas, conhecidas pela ação delicada.
Passo a passo para inserir na rotina
1. Limpeza: lave o rosto com sabonete suave.
2. Esfoliação: aplique o produto com movimentos leves e curtos, sem pressão excessiva.
3. Hidratação: acid hialurônico, pantenol ou ceramidas ajudam a restaurar a barreira.
4. Proteção solar: indispensável após qualquer procedimento esfoliante.
Produtos que unem tratamento e suavidade
A lista de itens no mercado é ampla: o Esfoliante Enzimático Sallve (R$ 74,90) combina ação química, enzimática e física; o Creme Esfoliante Limpeza Profunda Caudalie (R$ 179) utiliza microesferas de areia vulcânica; o Esfoliante com Extrato de Bambu Océane (R$ 48,90) inclui ativos calmantes; já o 7 Day Scrub Clinique (R$ 289) aposta em sílica para polir sem ressecar.
Imagem: Pexels
Quando procurar um dermatologista?
Alterações como vermelhidão persistente, ardor ou descamações intensas sinalizam que a pele ultrapassou seu limite. Nessas situações, a consulta médica é fundamental para ajustar a rotina. A Sociedade Brasileira de Dermatologia reforça que a avaliação profissional personaliza o tratamento e reduz riscos de complicações.
Manter atenção aos ingredientes, respeitar a periodicidade e adotar movimentos suaves garante que a esfoliação proporcione brilho e textura uniforme sem danos.
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Foto: Reprodução/MercadoLivre


