Camilly Victória orienta famílias LGBTQIAPN+: amor e apoio

Camilly Victória orienta famílias LGBTQIAPN+: amor e apoio. A cantora baiana, filha de Carla Perez e Xanddy, respondeu nesta quinta-feira (16) a um questionamento de seguidora que teme o preconceito enfrentado pelo filho gay.

Durante a interação nas redes sociais, a jovem artista reforçou que o principal escudo contra a discriminação é o suporte incondicional dentro de casa, reiterando que “ter uma família que acolhe faz toda a diferença”.

Camilly Victória orienta famílias LGBTQIAPN+: amor e apoio

Ao receber a mensagem “Meu filho se assumiu gay. O amo demais, mas tenho medo dele sofrer com preconceito”, Camilly respondeu que, embora a intolerância ainda exista, o afeto e o respeito de quem ama garantem segurança emocional: “Tenho certeza de que ele terá uma vida linda, feliz e cercada de pessoas que o amam como ele é”.

Nos Stories, a cantora acrescentou que presença, diálogo e escuta ativa são atitudes básicas que constroem confiança e ajudam a enfrentar situações de hostilidade fora do ambiente familiar.

Histórico de apoio dos pais fortalece a mensagem

Carla Perez e Xanddy já declararam publicamente apoio irrestrito à filha. Em junho de 2025, mês do Orgulho, Carla publicou homenagem celebrando a bandeira LGBTQIAPN+ e elogiou a coragem de Camilly. O casal também costuma destacar a importância de combater qualquer forma de preconceito.

Camilly Victória assumiu pertencer à comunidade LGBTQIAPN+ ao tornar público o relacionamento com a artista Daze. Atualmente, prefere manter a vida amorosa longe dos holofotes para concentrar suas redes no trabalho musical, mas continua engajada em pautas de diversidade.

Preconceito ainda é realidade, apontam entidades

Levantamentos de organizações internacionais indicam que a violência contra pessoas LGBTQIAPN+ persiste no Brasil. Dados compilados pela UNESCO mostram que a falta de apoio familiar agrava problemas como depressão e evasão escolar, reforçando a relevância do conselho de Camilly.

Especialistas em psicologia afirmam que ambientes acolhedores reduzem drasticamente riscos de automutilação e tentativas de suicídio entre jovens LGBTQIAPN+, validando a orientação de priorizar amor, respeito e apoio.

Em síntese, a manifestação de Camilly Victória ecoa o apelo por famílias presentes e solidárias, destacando que o primeiro passo para combater o preconceito começa dentro de casa.

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Foto: Reprodução/Instagram

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