Perfumes de O Diabo Veste Prada voltam ao centro das atenções com a proximidade da sequência do filme, prevista para 2026. Quase duas décadas após o lançamento original, especialistas analisam como cheirariam hoje as icônicas Miranda, Andy, Emily e Nigel.
Para responder à pergunta, a especialista em fragrâncias Helen Augusto relacionou lançamentos recentes e clássicos da perfumaria às diferentes personalidades que marcaram a moda pop no cinema.
Perfumes de O Diabo Veste Prada: escolhas de 2026
A consultoria de Helen partiu da premissa de que o perfume, tal qual o figurino, constrói narrativas silenciosas. Confira, personagem a personagem, as notas olfativas que traduzem poder, transformação e sofisticação.
Miranda Priestly: exclusividade e autoridade
Encarada por Meryl Streep, Miranda nunca escolheria algo comum. Para ela, Helen indica Chanel Les Exclusifs Comète (2024). A íris dominante confere luxo discreto, alinhado à frieza elegante da editora. Outra sugestão é Eau du Soir, da Sisley, chipre floral lançado em 1990 que expressa imponência atemporal — fragrância tão autoritária quanto quem dita as regras.
Andy Sachs: liberdade com sofisticação discreta
A Andy de 2026, já consolidada entre o jornalismo e o mercado criativo, encontraria voz no Chanel Gabrielle, perfume que celebra independência feminina e frescor solar. Para um toque mais urbano, Helen aponta Santal 33, da Le Labo, referência cosmopolita que combina madeira, especiarias leves e minimalismo de luxo.
Emily Charlton: impacto instantâneo
Ambiciosa e impecável, Emily (Emily Blunt) transformaria perfume em ferramenta de poder. L’Or de J’Adore, da Dior, garante entrada triunfal graças ao buquê intenso e luminoso. Já Portrait of a Lady, de Frédéric Malle, oferece rosa turca, patchouli e incenso em concentração quase teatral — ideal para quem chegou ao topo e quer ser notada.
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Nigel Kipling: elegância visionária
Mentor de estilo, Nigel mantém gosto refinado. Marc-Antoine Barrois Ganymede traz acorde mineral, couro leve e faceta futurista, refletindo alguém à frente do tempo. Em alternativa, Sycomore, da Chanel, aposta em vetiver seco para comunicar sofisticação sem esforço.
A lista de Helen dialoga com a tendência de perfumes assinatura, apontada pela Vogue como um retorno ao luxo discreto e altamente pessoal na indústria de beleza.
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