Mulher conversa com cacatua e vídeo de pedido choca web. A cena inusitada, publicada no TikTok, mostra a influenciadora Robin dialogando com sua cacatua Furby, que se desculpa por tê-la mordido e pede para assistir ao musical “Hamilton”. O registro já acumula milhões de visualizações e comentários perplexos.
O perfil “Furby, o pássaro” soma 400 mil seguidores e ganhou ainda mais notoriedade depois do bate-papo viral. Na gravação, Furby reconhece o erro, promete não morder novamente e negocia com a tutora a exibição do espetáculo da Broadway no dia seguinte.
Mulher conversa com cacatua e vídeo de pedido choca web
Durante a troca de falas, Robin estabelece um acordo: se a ave não repetir a mordida no dia seguinte, poderá assistir ao musical. Furby responde “Vai dar certo” e reforça o desejo de ver “Hamilton” imediatamente, surpreendendo quem acreditava que aves apenas imitavam sons.
A íntegra da conversa que virou fenômeno no TikTok
No vídeo, Furby inicia pedindo desculpas: “Me desculpa por morder”. Robin rebate dizendo que o dedo ainda dói e que não quer ser atacada novamente. A cacatua então afirma: “Quero assistir Hamilton agora”. A tutora elogia: “Você é um bom garoto”, e o pássaro promete provar arrependimento. O diálogo segue com negociações sobre o comportamento do dia seguinte e a aguardada sessão do musical.
Por que algumas aves parecem falar de forma racional?
Espécies como cacatuas, araras e papagaios conseguem reproduzir palavras humanas graças à siringe, órgão vocal que permite ampla variação sonora, e a áreas cerebrais dedicadas à aprendizagem de sons. Estudos clássicos, como os da pesquisadora Irene Pepperberg com o papagaio Alex, apontam que esses animais podem associar palavras a objetos, cores ou quantidades simples, sugerindo um nível básico de compreensão. Segundo a National Geographic, porém, a capacidade não equivale à linguagem humana completa, mas indica aprendizado por condicionamento e busca de interação social.
Repercussão nas redes: espanto e humor
Nos comentários, usuários alternaram surpresa e diversão. “Achei que eles só imitavam…”, escreveu um internauta. Outro previu: “Ele definitivamente vai morder amanhã”. Houve ainda quem batizasse Furby de “cacatua cultural” pela preferência por “Hamilton”, um dos musicais mais premiados da Broadway.
Imagem: Reprodução
O caso reacende o debate sobre inteligência animal e estimula a produção de conteúdo educativo sobre comportamento de aves domésticas. Especialistas lembram que a comunicação avançada requer enriquecimento ambiental, paciência e reforço positivo, práticas adotadas por tutores que buscam interação saudável com seus pets.
Em resumo, o diálogo entre Robin e Furby mostra até onde a convivência próxima pode levar a aprendizagem vocal de cacatuas, surpreendendo a internet e despertando curiosidade sobre o potencial cognitivo desses animais.
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