Figurino Wicked Parte 2 chega aos cinemas brasileiros em 21 de novembro e promete aprofundar a narrativa de Glinda e Elphaba por meio das roupas assinadas por Paul Tazewell. À frente de uma equipe de 150 artesãos, o figurinista desenvolveu simultaneamente o guarda-roupa dos dois filmes que adaptam o musical da Broadway.
Após vencer o Oscar de Melhor Figurino pela primeira parte, Tazewell manteve a premissa de que cada peça deveria refletir o amadurecimento emocional das personagens vividas por Ariana Grande e Cynthia Erivo, sem perder a ligação com o universo de “O Mágico de Oz”.
Figurino Wicked Parte 2 revela evolução de protagonistas
Para construir a estética da sequência, o designer buscou referência no livro “Wicked: The Life and Times of the Wicked Witch of the West”, no trabalho original de Susan Hilferty para a Broadway e em elementos da natureza. A dança surge como espinha dorsal: as roupas funcionam como extensão do movimento, reforçando a expressividade em cena.
Evolução de Elphaba: força traduzida em silhueta dramática
Em “Wicked: Parte 2”, Elphaba adota botas de salto, casacos estruturados e um chapéu que cresce à medida que a personagem assume sua trajetória heroica. Microplissados e feltros seguem como códigos visuais para conectar a bruxa à terra, enquanto a capa ganha volume para sublinhar sua presença dominante.
Glinda inspira Dior dos anos 1950 e simboliza transformação
Glinda, por outro lado, abandona parte da delicadeza inicial e exibe poder em vestidos ampulheta inspirados na Dior dos anos 1950. Camadas de organza e tule criam um efeito de “bolha flutuante”, e borboletas aplicadas no traje de casamento simbolizam sua metamorfose. Detalhes em pedrarias, lantejoulas e cristais homenageiam a versão de Billie Burke no clássico de 1939.
Figurinos secundários refletem cenário de Oz
Madame Morrible, vivida por Michelle Yeoh, veste tons de esmeralda com bordados de nuvens e relâmpagos que remetem à sua magia. O Mágico, interpretado por Jeff Goldblum, ganha influência do circo Barnum & Bailey, realçando seu caráter performático. Já o Homem de Lata e o Leão Covarde mantêm a essência do conto original.
Imagem: Divulgação
Segundo informações da Universal Pictures, todos os trajes foram confeccionados para resistir a sequências de dança complexas, exigindo tecidos leves e estruturas internas que garantem mobilidade sem comprometer a estética.
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Créditos da imagem: Divulgação / Lara Cornell / Giles Keyte / Universal Pictures


