Tendências de bem-estar 2026: peso, apps e longevidade

Tendências de bem-estar 2026 despontam em relatórios do Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM) e da consultoria McKinsey, sinalizando os rumos da saúde, da tecnologia e do autocuidado para os próximos anos.

Os estudos analisaram respostas de mais de 2 000 especialistas em fitness e 9 000 consumidores de vários países, respectivamente. Entre os pontos de convergência, aparecem controle de peso, dispositivos vestíveis, longevidade e saúde mental.

Tendências de bem-estar 2026: peso, apps e longevidade

Controle de peso integra exercício e farmacologia

Apesar de a prática física continuar sendo a estratégia mais citada para manter o peso, o relatório da McKinsey indica crescimento de dietas personalizadas e do uso de agonistas de GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”. O ACSM reforça que a combinação entre medicamento e atividade regular ajuda a preservar massa magra, melhorar parâmetros metabólicos e sustentar resultados no longo prazo.

Wearables lideram o monitoramento da saúde

Relógios inteligentes, anéis e sensores figuram como a tendência número 1 do ACSM. Quase metade dos adultos norte-americanos já usa algum wearable, e o desafio atual é transformar dados sobre sono, frequência cardíaca ou glicemia em mudanças concretas de comportamento, destacam os autores do estudo.

Longevidade assume protagonismo intergeracional

Até 60 % dos entrevistados pela McKinsey consideram “envelhecer bem” prioridade alta ou muito importante. Na pesquisa, jovens também adotam postura preventiva, buscando hábitos que favoreçam a saúde agora e no futuro. O ACSM lista programas voltados a adultos mais velhos entre os destaques, enfatizando modalidades que combinam força, equilíbrio e mobilidade para reduzir quedas e manter a independência.

Aplicativos de exercício ampliam o acesso ao treino

Com mais de 345 milhões de usuários, os apps de atividade física ocupam a quarta posição no ranking do ACSM. As plataformas oferecem aulas gravadas, treinos sob demanda e acompanhamento de metas, sustentadas pela disseminação de smartphones e dispositivos vestíveis. Segundo a instrutora Jennifer Turpin Stanfield, a eficácia depende do engajamento e da qualidade dos programas.

Equilíbrio, fluidez e fortalecimento do core em alta

Formatos como pilates e yoga retornam às academias após queda de participação na pandemia. O relatório aponta que o foco em qualidade de movimento, prevenção de lesões e integração corpo-mente atrai uma população que envelhece, mas deseja manter funcionalidade e bem-estar.

Saúde mental se beneficia do movimento consciente

Jovens e millennials relatam piores índices de saúde mental, pressionados por burnout e uso excessivo de redes sociais. Ainda assim, 42 % deles priorizam práticas de mindfulness, contra 29 % dos baby boomers. O ACSM lista o exercício como sexta tendência, destacando que treinamento de força reduz sintomas depressivos, enquanto atividades de menor impacto ajudam na regulação emocional.

Para conhecer o estudo completo da consultoria, acesse a página oficial da McKinsey & Company, referência global em análise de mercado.

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