Cíntia Dicker rebate crítica recebida nas redes sociais por não ter “engordado” para o desfile da Salgueiro no Carnaval 2026 e afirma que há espaço para todos os biotipos na Marquês de Sapucaí.
Na noite de terça-feira (3), a modelo abriu uma caixa de perguntas no Instagram e foi questionada: “Por que você não dá uma engordadinha?”. A musa respondeu que, apesar de treinar para ganhar massa magra, sempre teve constituição física esguia desde o início da carreira, aos 14 anos.
Cíntia Dicker rebate crítica sobre magreza no Carnaval
“Não é simples aumentar de tamanho apenas com músculo”, explicou Cíntia, destacando o suporte do personal trainer Diogo, que intensificou a carga dos exercícios. A modelo celebrou pequenas mudanças: “Estou achando que estou com uma coxinha e uma bundinha agora, minha ‘bundinha de grilo’ deu uma aumentadinha”.
Ela mencionou ainda o uso de bioestimuladores de colágeno para melhorar firmeza, reduzir flacidez e celulite no bumbum. “Sambar com a bunda de fora… tudo balança, tudo mexe, mas estou tentando”, disse, informando que mudou a dieta e ampliou a ingestão calórica para favorecer o ganho muscular.
Cíntia aproveitou a interação para defender a diversidade corporal no samba. “Tem a gordinha, a magrinha, a alta, a baixa… não precisa todo mundo ser igual”, afirmou. A modelo pediu que o público evite julgamentos sobre aparência ou desempenho: “Parem de comparar quem chegou agora com quem samba desde os cinco anos”.
Segundo especialistas ouvidos pelo G1, a pressão estética nas redes sociais afeta celebridades e anônimos, reforçando discursos que a própria Cíntia procura combater ao valorizar diferentes tipos de corpo na avenida.
Além do compromisso com o bem-estar físico, a musa da Salgueiro revelou que desmaiou antes de um ensaio técnico recente, episódio que a motivou a redobrar cuidados de alimentação e hidratação durante a preparação para o Carnaval 2026.
Imagem: Reprodução
Com mensagens de apoio, seguidores elogiaram a postura da modelo. Cíntia promete divulgar fotos de “antes e depois” para mostrar o resultado da rotina de treinos e, ao mesmo tempo, reforçar que autoestima não deve ser medida apenas por mudanças visíveis.
Em síntese, a fala da modelo reforça o discurso de inclusão: todos os corpos têm lugar na Passarela do Samba, sem hierarquias ou padrões fixos.
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Foto: Reprodução/Instagram/@gabrieltrindads


