Reposição de colágeno continua no topo da lista dos procedimentos buscados por quem deseja pele firme e efeito lifting, apesar da avalanche de novos produtos e técnicas estéticas.
Se antes suplementos, cremes e cápsulas eram praticamente a única via de acesso, hoje injetáveis ganham espaço nas clínicas brasileiras. A popularidade é tamanha que redes sociais se enchem de “antes e depois”, mas muita informação carece de base científica.
Reposição de colágeno: veja tratamentos eficazes
Uma pesquisa da Allergan Aesthetics, batizada de Collagen Conversations, ouviu mulheres de 35 a 55 anos no Reino Unido e revelou duas tendências: curiosidade crescente sobre evidências clínicas e, ainda, forte influência da indicação de amigos na decisão de compra. Mesmo com dúvidas, a maior parte segue disposta a testar novas formas de preservar a proteína.
“Não existem fórmulas mágicas; existem tecnologias de ponta com comprovação”, afirma o cirurgião plástico Fábio Crema, head de medical affairs da Allergan Aesthetics Brasil. Segundo ele, informação de qualidade deve vir de profissionais habilitados, apoiados por iniciativas de educação continuada como o Allergan Medical Institute (AMI).
Por que o colágeno diminui?
O dermatologista André Braz explica que a proteína tem função estrutural e, na pele, garante firmeza e elasticidade. O envelhecimento, somado a fatores genéticos e de estilo de vida, causa desequilíbrio entre produção e degradação, resultando em flacidez e rugas.
Hábitos que ajudam a manter a proteína
Especialistas citam rotinas que retardam a perda: não fumar, controlar o estresse, adotar dieta equilibrada, aplicar filtro solar diariamente e usar cremes com retinol. Entretanto, esses cuidados têm limites, o que abre espaço para abordagens estéticas mais robustas.
Bioestimuladores: como funcionam
Os bioestimuladores de colágeno revitalizam o fibroblasto, célula responsável pela síntese da proteína. Entre as opções disponíveis, o HArmonyCa se destaca por combinar ácido hialurônico — que entrega efeito lifting imediato — a hidroxiapatita de cálcio, que estimula colágeno de forma progressiva. Estudos citados pela companhia indicam resposta que pode durar de nove a 18 meses.
A praticidade também pesa. O produto atende ao desejo, apontado na Collagen Conversations, por procedimentos simples, eficazes e com resultado rápido.
Imagem: Gettys
Quando considerar a aplicação injetável?
Por volta dos 35 anos, mudanças hormonais intensificam a perda de colágeno, mas a avaliação precisa ser individual. Dr. Braz sugere um teste caseiro: beliscar a pele na frente da orelha; se ela ceder demais, é sinal de flacidez. Mulheres que passaram por emagrecimento acentuado também podem se beneficiar do efeito lifting.
Há contraindicações: doenças autoimunes, alergia a ácido hialurônico, processos inflamatórios ativos, herpes, acne e problemas dentários. A recomendação é buscar orientação médica antes de qualquer procedimento.
Busca por evidência científica
Organizações como a Sociedade Brasileira de Dermatologia reforçam a importância de tratamentos respaldados por estudos clínicos. A falta de regulação em conteúdos online amplia a necessidade de fontes confiáveis.
Em síntese, hábitos saudáveis formam a linha de frente na manutenção da proteína, enquanto bioestimuladores surgem como complemento eficaz, desde que aplicados por profissionais capacitados.
Para continuar acompanhando novidades sobre cuidados com a pele e outros temas da editoria de Beleza e Estética, navegue por nossas matérias e mantenha-se informado.
Crédito da imagem: Divulgação/Allergan Aesthetics


