Angélica detalha estado do pai após AVC, aos 87 e revela o impacto emocional de acompanhar a fragilidade de Francisco Ksyvicks, que sofreu um acidente vascular cerebral em 2023.
A apresentadora contou, em entrevista ao programa “Quem é Você Nesse Rolê?”, comandado por Thaís Fersoza, que o pai vive um período de debilitação severa. Ela admitiu temer a proximidade da despedida e descreveu o esforço para resgatar lembranças compartilhadas, antes que elas se percam.
Angélica detalha estado do pai após AVC, aos 87
“Meu pai está bem mais debilitado e tenho convivido muito com ele nessa situação. Quando me despeço, fico relembrando histórias na cabeça, me forçando a não esquecer”, explicou. A artista confidenciou que o exercício de memória virou rotina, chegando a cansar os filhos com relatos de sua infância, como o primeiro carro ou tardes de brincadeiras.
Angélica enfatizou a ligação especial com Francisco, associando grande parte de suas recordações fora da televisão aos momentos esportivos vividos em família. “Sempre gostei de esporte e ele também. Lembro de jogar vôlei com ele, andar de bicicleta, dele secando meu cabelo”, relembrou. Hoje, busca manter viva a imagem do pai ativo, contrastando com o quadro atual.
O receio de perder memórias é comum entre familiares de pacientes que enfrentam sequelas graves de AVC. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a doença está entre as principais causas de incapacidade no mundo, exigindo cuidados prolongados e apoio psicológico aos entes queridos.
Francisco Ksyvicks, de 87 anos, continua sob acompanhamento médico. Angélica, por sua vez, reforça a importância do convívio e da preservação das histórias familiares como forma de enfrentamento.
Apesar da dor, a apresentadora afirma que o processo tem fortalecido os laços entre as gerações da família. “Quero que meus filhos guardem essas memórias comigo”, disse, em tom emocionado.
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Para quem vive situação semelhante, especialistas recomendam registrar momentos em fotos, vídeos e relatos escritos, além de buscar suporte profissional, tanto para o paciente quanto para a família.
No fim das contas, a mensagem de Angélica é clara: manter vivas as lembranças é um gesto de amor e resistência diante da fragilidade da vida.
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