Cissa Guimarães abriu o programa “Sem Censura”, na última segunda-feira (24), denunciando ataques virtuais que, além de criticarem suas opiniões políticas, mencionam o filho Rafael Mascarenhas, morto em 2010.
A apresentadora contou que, sempre que publica conteúdo considerado polêmico, alguns usuários escrevem que “ainda bem” que o jovem “está morto para não ver a vergonha que a mãe dele é”. Diante da hostilidade, ela afirmou que continua se posicionando por entender a importância do debate público.
Cissa Guimarães denuncia ataques que citam filho morto
Rafael tinha 18 anos quando foi atropelado em um túnel interditado na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O motorista, Rafael Bussamra, trafegava em alta velocidade, fugiu do local e não prestou socorro. Três anos depois, o espaço foi rebatizado como Túnel Acústico Rafael Mascarenhas, homenagem aprovada pela prefeitura carioca.
No programa, Cissa relatou que decide ignorar os comentários mais agressivos, mas ocasionalmente faz “faxina” nas redes sociais, excluindo perfis que ultrapassam o limite do respeito. “Quando estou de bom humor, dou uma olhadinha e deleto”, revelou, mencionando momentos em que celebra a vida com um beijo ou uma cerveja gelada.
Casos de discurso de ódio na internet são alvo de monitoramento constante. Levantamento da SaferNet Brasil mostra aumento nas denúncias de ataques pessoais, indicando a necessidade de políticas mais eficazes de moderação e educação digital.
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Relembrar a tragédia, segundo a apresentadora, reforça seu compromisso público: “Estamos em um momento muito sério; precisamos nos unir”. Ao manter a voz ativa, ela busca transformar dor em mobilização contra a violência on-line.
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