Cláudia Motta maquiagem de bailarina vira ritual de palco

Cláudia Motta maquiagem é o ponto de partida para a transformação da primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em cada apresentação. No Dia Internacional da Dança, a artista revela que o processo de se maquiar, prender o coque e preparar o corpo vai além da estética: funciona como um ritual de concentração antes de subir ao palco.

Com mais de três décadas de carreira iniciada aos quatro anos na academia Valéria Moreira, Motta assumiu o posto de primeira bailarina em 2002, após ser aprovada em concurso público. Eleita a Melhor Bailarina da América Latina pelo Conselho Latino-americano de Dança, ela afirma que a aparência faz parte da entrega total ao personagem.

Cláudia Motta maquiagem de bailarina vira ritual de palco

Segundo Motta, a maquiagem de cena precisa ser forte e marcada para que os traços fiquem visíveis à distância, sob luzes intensas. Olhos ampliados por delineado e cílios postiços, contorno acentuado e pouca aplicação de iluminador são regras para evitar sombras que possam alterar a expressão. “Tudo depende do papel, mas a ideia é potencializar o que já é natural”, explica.

Nos primeiros anos no Rio, o make era assinado por Ulisses Rabelo, profissional do corpo de baile. Hoje, porém, a bailarina prefere assumir o pincel. “Aprendi cada passo e transformei em ritual. É quando começo a me tornar a personagem”, conta. Mesmo assim, em dias com duas ou três sessões, ela precisa refazer todo o processo, considerado o caminho mais higiênico para evitar acne causada pelo suor.

Fora do palco, Motta gosta de se maquiar para ensaiar, acreditando que a apresentação começa na sala de balé. Disciplina também define seu preparo: sapatilhas de ponta, figurinos e itens de beleza ficam sempre organizados. O coque, preso com firmeza para sustentar coroas e tiaras, é outro símbolo de responsabilidade: “Ele precisa garantir segurança durante mudanças de adereço ao longo do espetáculo”.

Alguns sacrifícios acompanham a profissão. O chamado “pé de princesa” cede lugar a unhas machucadas e dores tratadas com água quente, sal e vinagre. Tatuagens ganham cobertura com base do tom da pele, e piercings exigem cuidado para não causar acidentes. Já cabelos coloridos precisam de tonalizantes neutros quando o enredo pede naturalidade: “Nosso corpo é ferramenta de arte”, reflete.

No nécessaire de apresentação, base líquida dá lugar ao Paint Stick da Kryolan, selado com pó translúcido, além de cílios postiços e fixador de maquiagem. Para o dia a dia, a bailarina recorre ao bastão hidratante da Palmer’s, base Healthy Skin da Neutrogena, corretivo Océane, paleta Dior Backstage, lápis da Anastasia Beverly Hills, primer Velvet Touch da Kiko Milano, máscaras de cílios da L’Oréal e Lancôme e o Eau de Parfum Good Girl Blush de Carolina Herrera.

Para Motta, esses cuidados reforçam a responsabilidade de interpretar personagens clássicos como Odette/Odile, Aurora ou Kitri. “Não danço apenas pela técnica; vivo cada história”, destaca a artista, que integra a companhia residente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Ao celebrar o 29 de abril, Cláudia Motta lembra que beleza e disciplina caminham juntas na carreira de uma bailarina. Quer conhecer mais dicas de produtos que valorizam a sua rotina de cuidados? Visite nossa editoria e descubra novidades em Maquiagem. Siga acompanhando nossos conteúdos e mantenha-se inspirado nos bastidores da arte.

Crédito da imagem: Reprodução/ Instagram @claudiamotaofficial por @carollancelloti

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