Emagrecer com saúde deixou de ser apenas um desejo estético e passou a representar autonomia e bem-estar para um número crescente de mulheres brasileiras. Em um cenário onde um terço da população adulta vive com sobrepeso ou obesidade, segundo o Mapa da Obesidade 2025 da Abeso, iniciativas que unem ciência, tecnologia e cuidado integral ganham força.
Exemplo disso é a dançarina e influenciadora Thais Carla, que encontrou na plataforma digital Voy uma forma de iniciar o tratamento sem enfrentar as barreiras frequentes de acesso a serviços presenciais de saúde, transporte e mobilidade. A experiência da artista destaca os obstáculos diários de quem convive com a obesidade no país.
Emagrecer com saúde ganha nova abordagem feminina no Brasil
A ciência classifica a obesidade como doença crônica e multifatorial. “O organismo cria mecanismos que dificultam a perda de peso, como resistência à saciedade, inflamações e metabolismo mais lento”, explica a endocrinologista Karine Antunes. Por isso, o acompanhamento constante e um plano personalizado são considerados fundamentais.
A pressão social também pesa. Vergonha do corpo, medo de julgamento e falta de apoio familiar podem comprometer o tratamento. Foi de olho nesses desafios que a Voy estruturou um serviço 100% on-line, no qual médicas, nutricionistas e farmacêuticos credenciados acompanham cada etapa do processo, do ajuste de condutas à entrega de medicamentos em casa.
“Eliminamos barreiras: o tratamento se adapta à rotina das pessoas, sem que precisem sair de casa”, afirma Jorge Pilo, diretor da marca. Antes de iniciar o programa, a usuária passa por avaliação remota e, caso indicado, recebe a medicação de farmácias parceiras sem custo adicional de entrega.
Para a nutricionista Ph.D. Renata Araujo, credenciada da Voy, a proposta é criar autonomia. “Sair da lógica do tudo ou nada e construir hábitos duradouros, com flexibilidade e prazer, é essencial”, diz. Foi essa abordagem que motivou Thais Carla a adotar o serviço, mantendo o amor pelo próprio corpo enquanto prioriza qualidade de vida.
Histórias como a de Sarah Tartarini, que eliminou 17 kg para se preparar para a maternidade, ou a de Nathalie Cataldi, que chegou aos 30 anos 22 kg mais leve e confiante, reforçam o impacto de planos personalizados. Já Anna Coelho, de 34 anos, reduziu 34 kg em quatro meses após duas décadas de tentativas sem sucesso, enquanto Keila Pereira conseguiu reorganizar a rotina alimentar mesmo cuidando de duas filhas pequenas.
Imagem: Marcos Duarte
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, abordagens que combinam suporte contínuo, educação alimentar e tratamento medicamentoso tendem a apresentar melhores resultados no longo prazo. A Voy segue essa linha, apostando no atendimento digital para oferecer conveniência e acolhimento.
Na prática, o modelo propõe reconexão com o próprio corpo, respeitando o tempo individual e evitando padrões restritivos. As pacientes relatam maior disposição, melhora na relação com a comida e redução da ansiedade, indicadores de que emagrecer com saúde não se resume a números na balança.
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Crédito da imagem: ARTIGO ORIGINAL


