Ex-namorada de Dado Dolabella, a modelo Marcela Tomaszewski voltou às redes sociais na madrugada deste sábado (6) para denunciar uma nova onda de ataques virtuais que vem sofrendo desde que tornou públicas as agressões atribuídas ao ator.
Nos Stories do Instagram, Marcela expôs um comentário depreciativo que a chamava de “Miss gorda”, exemplificando a série de críticas dirigidas ao seu corpo em vez de ao relato de violência que divulgou. A modelo lamentou que parte do público “prefira desviar do que realmente importa” e use a aparência física como forma de desqualificação.
Ex-namorada de Dado Dolabella reage a ataques após denúncia
Em seu desabafo, a influenciadora explicou que decidiu falar sobre o relacionamento abusivo para “tirar um peso” e alertar outras mulheres. “Depois de um tempo, optei por compartilhar as agressões que vivi. Não é um assunto fácil, mas faz parte da minha história”, escreveu.
Apesar de reconhecer a dificuldade de tratar do tema, Marcela afirmou manter a tranquilidade. “Sei por que falei, sei o alívio que senti e sigo em paz com isso. Que a gente aprenda a apoiar mais, julgar menos e olhar para o que realmente importa”, concluiu.
Organizações de defesa dos direitos das mulheres reforçam que comentários ofensivos nas redes podem configurar violência psicológica ou moral. De acordo com reportagem da Agência Brasil, o número de denúncias de violência contra a mulher subiu 14% em 2023, impulsionado pelo encorajamento de vítimas a tornarem seus casos públicos.
O ator Dado Dolabella ainda não se pronunciou sobre as declarações mais recentes de Marcela. O caso continua repercutindo, com usuários divididos entre manifestações de apoio à modelo e críticas que a própria vítima classifica como “tentativas de silenciamento”.
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No Brasil, a Lei Maria da Penha prevê penas mais rigorosas para agressores e mecanismos de proteção às vítimas, incluindo medidas protetivas de urgência. Especialistas recomendam que mulheres em situação de violência busquem ajuda pelo telefone 180 ou procurem delegacias especializadas.
Marcela encerrou seu posicionamento pedindo empatia: “Não quero que outras vítimas passem pelo mesmo. Precisamos falar sobre o assunto, não sobre corpos”.
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