Halle Bailey reage a ataques racistas e celebra apoio

Halle Bailey ataques racistas voltaram ao centro do debate após a atriz, que viveu Ariel no live-action “A Pequena Sereia”, comentar pela primeira vez as ofensas sofridas desde a estreia do filme em maio de 2023.

Em entrevista recém-publicada pelo jornal britânico The Independent, a artista afirmou que o período turbulento a ensinou a “ouvir as boas vozes” e a bloquear o “ruído” de comentários preconceituosos nas redes sociais.

Halle Bailey reage a ataques racistas e celebra apoio

Bailey descreveu a experiência como “libertadora” justamente por estar “no meio de uma conversa com opiniões completamente opostas”. Segundo ela, observar a reação do público foi “como se estivesse dentro de uma xícara, vendo tudo de fora”, o que acabou fortalecendo sua identidade e seus valores pessoais.

A atriz, hoje com 23 anos, reconhece que crescer na indústria do entretenimento pode “turbinar ou destruir” a autoestima de quem começa cedo, mas destaca que procura manter os pés no chão: “Adoro me sentir pequena, perceber que o mundo é enorme e bonito, e que sou apenas uma parte minúscula dele”.

Rede de suporte feminina

Ao relembrar o período mais intenso dos ataques, Halle Bailey contou que Rachel Zegler, que interpreta Branca de Neve em outro projeto da Disney, foi uma das colegas que lhe ofereceram apoio imediato. “Nós, mulheres, criamos uma bolha protetora quando vemos alguém recebendo tantas opiniões negativas”, disse.

Além de Zegler, nomes de peso como Zendaya e Ariana Grande enviaram mensagens encorajadoras. “Somos mulheres jovens, vulneráveis, e às vezes a opinião alheia turva nossos próprios pensamentos. Ter essa comunidade dizendo ‘você é incrível’ faz toda a diferença”, relatou.

Maternidade e representatividade

Interpretar Ariel também teve efeito profundo na vida pessoal da atriz. Agora mãe, Bailey revelou que seu filho reconhece sereias e imediatamente se lembra dela: “Sempre que ele vê uma sereia, diz ‘mamãe, mamãe!’”. Para a artista, essa identificação demonstra o impacto positivo de ver uma heroína negra na tela grande.

Lições de um experimento social involuntário

A protagonista de “A Pequena Sereia” compara todo o episódio a um experimento social: “Foi interessante observar como diferentes pessoas reagiam. No fim das contas, percebi que nada disso — fama, holofotes — é realmente importante. O essencial é estar perto de quem amamos”.

Bailey concluiu que a soma de ataques racistas, apoio de fãs e solidariedade de colegas resultou em um saldo positivo para sua vida. “Foi impactante para a menininha dentro de mim”, resumiu.

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Foto: Reprodução/Disney

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