Influenciadora agredida por João Lima relata ataques

Influenciadora agredida por João Lima relata ataques — A médica e criadora de conteúdo Raphaella Brilhante afirmou, em um novo vídeo nas redes sociais, que continua sofrendo ameaças e difamação mesmo depois da prisão preventiva do ex-companheiro, o cantor paraibano João Lima.

A publicação foi feita quase um mês após a detenção do artista, ocorrida em 25 de janeiro, quando vieram à tona imagens de agressões físicas contra Raphaella. Segundo ela, a violência agora “saiu das quatro paredes e foi para as redes sociais”.

Influenciadora agredida por João Lima relata ataques

No desabafo, a influenciadora descreveu um processo de “revitimização”, sustentando que parentes do acusado estariam conduzindo uma campanha para desacreditá-la. “Sobreviver não significa que a violência acabou”, declarou, alegando pressões psicológicas, insinuações e mentiras publicadas on-line.

Agressões virtuais e a Lei Maria da Penha

Raphaella recordou que a Lei Maria da Penha classifica a violência psicológica e moral como crime, mas avaliou que, na prática, a proteção ainda é insuficiente para mulheres que permanecem vulneráveis após denunciarem os agressores. Ela pediu a ampliação de mecanismos legais que alcancem “quem perpetua a violência depois do fato”.

Prisão preventiva mantida

João Lima segue custodiado por ordem do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB). A medida foi assinada pelo juiz Bruno César Azevedo Isidro após a divulgação dos vídeos que motivaram o inquérito. A influenciadora possui medida protetiva em vigor contra o ex-companheiro.

Reação de apoio nas redes

Nos comentários da postagem, internautas manifestaram solidariedade e cobraram responsabilização de quem, segundo Raphaella, tenta silenciá-la. Organizações de defesa dos direitos das mulheres também repercutiram o caso, reforçando a necessidade de denunciar ataques virtuais. Informações adicionais sobre a Lei Maria da Penha podem ser consultadas no portal oficial do Senado Federal (senado.gov.br), referência em legislação brasileira.

Ao concluir o vídeo, Raphaella afirmou que continuará usando suas plataformas para dar voz a outras vítimas: “Se a minha voz incomoda, é porque ela ecoa. E enquanto eu tiver força, ela continuará ecoando por nós”.

Para acompanhar mais conteúdos sobre saúde, bem-estar e empoderamento feminino, visite nossa editoria de Beleza e Estilo e continue informado.

Foto: Reprodução/ Divulgação

Quando você efetua suas compras por meio dos links disponíveis em nosso site podemos receber uma comissão de afiliado, sem que isso acarrete nenhum custo adicional para você.
Rolar para cima