Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026 reuniu, nesta quarta-feira (13), personalidades e projetos no Rio de Janeiro para celebrar iniciativas que fortalecem representatividade negra e indígena em todo o país.
Promovido pelo Instituto Identidades do Brasil (IDBR), o evento deste ano adotou o conceito “Surrealismo Afro-Indígena Brasiliano”, destacando o poder do sonho como ferramenta política e social. A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros de Oliveira, subiu ao palco e defendeu políticas públicas que garantam futuro digno à população negra, lembrando a evolução desde a criação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em 2003, até o atual ministério.
Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026: vencedores anunciados
Em entrevista à revista Marie Claire, a CEO do IDBR, Luana Génot, destacou o crescimento do prêmio e o engajamento crescente de marcas e governos na pauta. Segundo ela, “o Brasil já é referência em inclusão e pode avançar ainda mais com investimento e participação de diferentes setores”.
Pilar Cultura
Arte em Movimento: Dalton Paula, “Sertão Negro”
Influência e Representatividade Digital: Cunhaporanga
Raça em Pauta: Rádio Nacional dos Povos
Pilar Educação
Educação e Oportunidade: COIAB – Prêmio Sim à Igualdade Racial
Inspiração: Daniel Munduruku
Intelectualidade: Bárbara Carine
Escolas SIM, Secretarias de Educação Referência: Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro
Pilar Empregabilidade
Destaque Publicitário: Alma Preta Jornalismo
Comprometimento Racial: Grupo L’Oréal Brasil e Natura
Trajetória Empreendedora: Hisan Silva, Dendezeiro
Liderança: Luana Ozemela
Imagem: Divulgação
Ao todo, 12 ganhadores foram escolhidos em três pilares — Cultura, Educação e Empregabilidade — reforçando a abrangência do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026. A cerimônia também evidenciou a importância do investimento privado e do apoio institucional para ampliá-lo. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas, iniciativas que promovem diversidade impactam positivamente indicadores sociais e econômicos, o que corrobora a relevância de ações como as reconhecidas pelo IDBR.
Para Luana Génot, o próximo passo é consolidar parcerias com secretarias de educação e empresas de diferentes setores, criando oportunidades que revertam o racismo estrutural em políticas permanentes de inclusão.
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Crédito: Instituto Identidades do Brasil (IDBR)


