Protetor solar: especialistas rebatem movimento #NoSunscreen

Protetor solar volta ao centro do debate público após a popularização do movimento #NoSunscreen, que incentiva a exposição ao sol sem filtros de proteção. Dermatologistas e entidades de saúde reagiram prontamente, destacando o perigo de descartar décadas de evidências sobre os danos dos raios ultravioleta, como queimaduras, manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele.

A polêmica ganhou força nas redes sociais, mas especialistas lembram que a fotoproteção diária é recomendada por organizações médicas do mundo todo. Sem o uso adequado do protetor, aumenta-se a chance de lesões cutâneas e o risco de desenvolver neoplasias, especialmente em um país de alta radiação como o Brasil.

Protetor solar: especialistas rebatem movimento #NoSunscreen

A resposta mais contundente surgiu neste Dezembro Laranja, campanha nacional de prevenção ao câncer de pele. A La Roche-Posay convidou o médico Drauzio Varella para liderar uma ação de conscientização. Em vídeo amplamente compartilhado, ele sentencia: “Se você não está usando protetor solar, está vivendo errado”. A frase viralizou e foi replicada por influenciadores, transformando a pauta em uma “hype do bem” para reforçar a ciência.

Nos conteúdos de criadores como Luiz Cantu e Duda Riedel, situações cotidianas ilustram a negligência com a fotoproteção, interrompidas pelo alerta de Drauzio Varella. O recado é simples: a proteção do maior órgão do corpo não pode ser ignorada. Fabão e outros produtores seguem na mesma linha, reforçando que o protetor não é opcional, mas uma etapa obrigatória do cuidado diário.

Além da mensagem, a marca lançou a iniciativa “Juntos Pelo Futuro do Brasil” com o Anthelios UVAir, seu protetor solar mais recente. Para cada unidade vendida, um protetor infantil é doado a crianças em situação de vulnerabilidade, unindo educação e acesso à fotoproteção.

Os riscos de descuidar da pele são respaldados por dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que apontam o câncer de pele como o tipo mais incidente no país. A exposição sem filtro aumenta a probabilidade de mutações celulares responsáveis pela doença, reforçando a urgência de campanhas educativas.

Em síntese, a ciência reafirma: abandonar o filtro solar é retrocesso. A viralização de conteúdos pró-fotoproteção mostra que a informação correta pode superar a desinformação quando divulgada de forma clara e acessível.

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Crédito da imagem: La Roche-Posay/Divulgação

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