Tatá Werneck relata claustrofobia após pânico em avião

Tatá Werneck claustrofobia: a atriz e apresentadora afirmou neste sábado, 14, que a fobia de lugares fechados surgiu após um ataque de pânico vivido dentro de um avião, uma de suas maiores apreensões.

Durante uma interação com seguidores em redes sociais, Tatá contou que a crise ocorreu enquanto a aeronave ainda taxiava. “Eu pensei: ‘não tem como sair’”, recordou. A sensação de aprisionamento levou a artista a desejar deixar o avião imediatamente, gerando alvoroço entre tripulação e passageiros.

Tatá Werneck relata claustrofobia após pânico em avião

No relato, Tatá detalhou que pediu ajuda a uma comissária de bordo: “Falei: ‘estou passando mal’”. Segundo a humorista, a funcionária mencionou que outro passageiro havia enfrentado problema semelhante no voo de ida. O comentário potencializou o desconforto da artista, que acabou desembarcando antes da decolagem. Mesmo assim, ela precisou encarar mais dois voos em condições parecidas, o que consolidou o medo de permanecer confinada em cabines fechadas.

Crises de ansiedade em ambientes restritos podem desencadear ou agravar quadros de claustrofobia, de acordo com especialistas. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que transtornos de ansiedade afetam cerca de 3,6% da população global; casos ligados a viagens aéreas são comuns, como explica matéria da OMS.

Desde o episódio, Tatá Werneck comenta abertamente sobre saúde mental e reforça a importância de buscar acompanhamento profissional. A artista não detalhou quais estratégias adota para lidar com a claustrofobia, mas seguidores relataram identificação com o problema e trocaram experiências sobre terapias cognitivas, técnicas de respiração e, em alguns casos, medicação prescrita.

Em meio aos compromissos de gravação e apresentações, a apresentadora afirma que tenta se prevenir evitando situações conhecidamente gatilho, como elevadores lotados ou aviões sem janela próxima. Segundo Tatá, falar publicamente sobre o pânico ajuda a reduzir estigmas e incentiva outras pessoas a reconhecerem sintomas semelhantes.

Para quem apresenta sinais de ansiedade ou claustrofobia, profissionais recomendam avaliação médica e acompanhamento psicológico a fim de prevenir agravamentos e melhorar a qualidade de vida.

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Crédito da imagem: Reprodução/Instagram

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