Tecnologias dermatológicas devem revolucionar tratamentos

Tecnologias dermatológicas ganham destaque após o KOREADERMA 2025, evento que reuniu especialistas entre 31 de outubro e 2 de novembro, em Seul, para discutir avanços que prometem acelerar, suavizar e tornar mais precisos os procedimentos estéticos.

Organizado pela Associação de Dermatologistas da Coreia (AKD), o congresso apresentou uma nova geração de equipamentos e técnicas alinhados à medicina regenerativa e de precisão, consolidando a tendência de terapias menos invasivas e mais assertivas para diferentes perfis de pele.

Tecnologias dermatológicas devem revolucionar tratamentos

Segundo a dermatologista Daniella Spinato, o conceito de “High-Tech Zen” marca a virada de chave: “A ideia de que é preciso machucar para regenerar ficou para trás. Os aparelhos atuais atuam com estímulos controlados, respeitando o tempo biológico individual e reduzindo o desconforto, algo decisivo para quem tem pele sensível”, resume.

Adipogênese: o retorno do volume facial

Pouco conhecida no Brasil, a adipogênese — capacidade de estimular células de gordura responsáveis pela estrutura do rosto — surge como solução para o chamado “derretimento facial”. “O processo converte gordura em contorno e firmeza, criando efeito lifting e combatendo a flacidez”, explica a dermatologista Ligia Novais.

Resultados mais rápidos e eficientes

Nessa corrida por eficácia, dispositivos como o Density, que combina múltiplas radiofrequências em um único disparo, e o LinearZ, capaz de realizar lifting facial completo em sete minutos, concentram as atenções. Novais acrescenta que a chegada da sul-coreana Jeisys Medical ao Brasil confirma a procura por tratamentos que reduzam o tempo entre a aplicação e o resultado visível.

Tendência global valida avanços

A direção adotada na Coreia reflete um movimento internacional observado por entidades como a American Academy of Dermatology, que destaca terapias combinadas e enfoque em regeneração celular como pilares dos próximos anos. Para os especialistas, o intercâmbio de tecnologias deve impulsionar a atualização de clínicas e protocolos também no mercado brasileiro.

Com equipamentos menos dolorosos, protocolos acelerados e técnicas de estímulo celular, o futuro da dermatologia estética caminha para entregas mais personalizadas, seguras e confortáveis, alinhadas à crescente demanda por bem-estar durante o tratamento.

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Crédito: Divulgação

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