Viúva de policial morto inicia faculdade de Nutrição

Viúva de policial morto inicia faculdade de Nutrição, a carioca Rosi Cabral revelou que está cursando o ensino superior como forma de reconstruir a vida depois de perder o marido, o inspetor Rodrigo Velloso Cabral, em uma megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, em outubro.

Na última quinta-feira (5), Rosi publicou nas redes sociais um depoimento emocionado sobre a primeira semana na universidade. Ela contou ter sentido “medo e insegurança por estar recomeçando”, mas também esperança ao perceber que “ainda pode sonhar e evoluir” depois de 12 anos longe das salas de aula.

Viúva de policial morto inicia faculdade de Nutrição

Segundo Rosi, voltar a estudar tornou-se essencial para lidar com o luto. “Depois de perder o amor da minha vida, precisava encontrar uma forma de seguir em frente e cuidar um pouco mais de mim”, escreveu. Escolher a graduação em Nutrição foi, afirma, um passo natural: “Sempre gostei de me alimentar bem e acredito que a alimentação tem papel fundamental na nossa saúde e no nosso bem-estar”.

Especialistas apontam que atividades acadêmicas podem ajudar no processo de superação de traumas ao oferecer rotina e novos objetivos. De acordo com pesquisa divulgada pelo Inep, o ingresso tardio no ensino superior cresce no país, impulsionado pela busca de recolocação profissional e realização pessoal.

Rosi também destacou que a decisão de estudar Nutrição a motiva a compreender como os alimentos influenciam a qualidade de vida. “Quero aprender mais sobre como os alimentos podem cuidar do nosso corpo”, concluiu, agradecendo o apoio da família e amigos e pedindo que “Deus esteja sempre à frente de tudo”.

O curso, que dura em média quatro anos, capacita profissionais para atuar em hospitais, clínicas, escolas, esportes e indústria alimentícia, setores que registram demanda crescente, segundo dados do Conselho Federal de Nutricionistas.

Para quem enfrenta perdas e busca recomeçar, psicólogos recomendam atividades que unam propósito pessoal e desenvolvimento de novas habilidades, postura adotada por Rosi ao retornar à universidade.

No fim do relato, a viúva reforçou a mensagem de esperança: “Ainda posso sonhar”.

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Crédito da imagem: Reprodução/Instagram

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