Banco do Brasil foca diversidade: 50% mulheres e negros

Banco do Brasil foca diversidade: 50% mulheres e negros é a meta anunciada pela instituição financeira para seus cargos de liderança até 2030, reforçando o compromisso com equidade racial e de gênero.

O anúncio faz parte da atualização da Agenda 30 BB, plano estratégico que orienta ações de sustentabilidade e diversidade. Após registrar 28,7% de mulheres e 30% de pessoas negras em posições de comando, o banco deu novo passo e estabeleceu equilíbrio de 50% para ambos os grupos.

Banco do Brasil foca diversidade: 50% mulheres e negros

Os números atuais mostram avanço constante: em dezembro de 2022, mulheres ocupavam 24,35% das funções de chefia; em outubro de 2025, chegaram a 28,7%, crescimento de 20% em menos de três anos. No Conselho de Administração, metade das cadeiras já é feminina, superando o mínimo de 30% determinado pela Lei 15.177.

Para acelerar a diversidade, o Banco do Brasil mantém iniciativas estruturadas. O programa Raça é Prioridade criou um banco de talentos destinado a profissionais pretos e pardos com perfil de liderança, enquanto o Programa de Ascensão para Superintendentes Regionais reservou vagas exclusivas para mulheres, aumentando em 20% a presença feminina nessas posições.

Outra frente é o Programa de Identificação de Talentos (PIT+), que já certificou mais de 500 funcionários sob critérios afirmativos de gênero, raça e inclusão de pessoas com deficiência. “Queremos que todas as pessoas tenham condições de permanecer e prosperar”, afirma Walleria Sampaio, gerente executiva de ASG do banco.

A capacitação também integra a estratégia. Trilhas de aprendizagem sobre diversidade, equidade e inclusão, ofertadas pela Universidade Corporativa do BB (UniBB), abordam vieses inconscientes, liderança inclusiva e direitos humanos. Fóruns regionais e programas de mentoria complementam a formação, criando espaços permanentes de diálogo.

O resultado dessas ações já é reconhecido em indicadores como o IDiversa B3, que destaca empresas com práticas sólidas de diversidade. O banco também lançou linhas de crédito voltadas a empreendedoras mulheres e pessoas negras, conectando inclusão a oportunidades de negócio.

De acordo com estimativa da Organização Internacional do Trabalho, companhias que diversificam sua liderança tendem a ter ganhos de inovação e desempenho financeiro, argumento que sustenta o posicionamento do Banco do Brasil como protagonista em práticas ASG.

Ao refletir a pluralidade do país na alta gestão, a instituição busca influenciar o mercado, apoiar políticas públicas e contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva.

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Crédito da imagem: Banco do Brasil

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