Sexo em estacionamento na França: brasileira relata experiência

Sexo em estacionamento na França foi o ponto alto de uma viagem à Europa para a brasileira Letícia*, de 25 anos. Em Nice, na Côte d’Azur, a turista conheceu um cantor tanzaniano, passou horas de conversas à beira-mar e, já de madrugada, consumou o encontro atrás de um carro, num local escuro do prédio onde ele morava.

A aventura começou após sete dias em Paris, um bate-volta à Bélgica e a chegada a Nice, quando a agência responsável pela hospedagem cancelou o hotel reservado. Cansadas, Letícia e a amiga procuravam acomodação quando viram o artista se apresentando na Promenade du Paillon, área turística que liga o rio Paillon ao mar Mediterrâneo.

Sexo em estacionamento na França: brasileira relata experiência

Impressionada pela voz do cantor, que interpreta sucessos românticos para turistas, Letícia seguiu viagem até Menton no dia seguinte. No retorno, recebeu mensagens no Instagram: primeiro de um amigo do músico, depois do próprio artista. A conversa evoluiu rapidamente e, mesmo preocupada em circular sozinha à noite, a brasileira decidiu encontrá-lo após a apresentação dele num bar.

Segundo o relato, o encontro começou com um sorvete e uma caminhada pela praia de Pointe de Rauba-Capeu. Em inglês, o cantor contou ser cristão, originário da Tanzânia, e admirador de música gospel brasileira. Já na areia, trocaram beijos e carícias, mas a possibilidade de repreensão policial por demonstrações públicas de afeto os fez buscar privacidade.

Sem condições de usar o quarto compartilhado do músico nem levar o novo conhecido ao quarto da amiga, Letícia propôs “um lugar escuro”. Ele indicou o estacionamento do edifício onde morava. Antes, forneceu moedas para que ela comprasse preservativos nas máquinas automáticas espalhadas pelas ruas de Nice, cidade que, de acordo com o governo francês, recebe mais de 4 milhões de turistas ao ano.

O ato sexual foi rápido — cerca de dez minutos de penetração —, mas o casal já havia passado horas em preliminares na praia. Satisfeita, a brasileira voltou ao hotel, ignorou as mensagens insistentes do cantor na manhã seguinte e, mesmo esbarrando com ele num shopping, priorizou os últimos momentos da viagem antes do voo de retorno ao Brasil.

Para Letícia, a experiência foi “um dos momentos mais divertidos da vida” e, segundo ela, exemplifica a liberdade que buscava ao viajar. “Conheci a pessoa, saímos, fizemos tudo e no outro dia fingi que ele não existia”, resumiu. De volta ao país, bloqueou o contato do cantor, mas mantém o episódio como memória positiva e recomenda a aventura a quem visitar Nice.

*Nome alterado a pedido da fonte.

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Crédito da imagem: Getty Images

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